Hoje, enquanto esperava a tão falada prova de estatística (que por sinal foi bem tranquila), estava sentada à sombra de uma árvore, com a minha inseparável maçã, e comecei a observar os barulhos ao meu redor... entre tira-dúvidas de última hora, conversas distraídas, aulas sobre colonização, o canto dos pássaros e o vento nas árvores, algo me chamou um pouco mais atenção... o formigueiro que se encontrava próximo a mim!
Não por receio de ser atacada por elas (se bem que ela possuem uma mordida bem dolorosa - rsrsrs), mas me impressionava com a organização, as tarefas tão bem desempenhadas e divididas. Cada uma delas já nasce com seu destino traçado - soldado, operária, rainha... tudo meticulosamente organizado e todas trabalhando com uma única finalidade: trabalhar para o bem de todas! De tal foma que chega a causar inveja, quando comparada a sociedade tão catastrófica que nos encontramos.
Nós, que tantos nos orgulamos de sermos seres dotados de inteligência, não conseguimos nos "organizar", nos entender - e não me refiro aos inúmeros idiomas existentes pelo mundo, falo de muitas vezes não termos a capacidade de reconhecer no outro o algo comum que temos. E com isso, um poema do Vinícios que deveria ser seguido por todos me veio a lembrança...
"Pensem nas crianças mudas telepáticas
Pensem nas meninas cegas, inexatasNão por receio de ser atacada por elas (se bem que ela possuem uma mordida bem dolorosa - rsrsrs), mas me impressionava com a organização, as tarefas tão bem desempenhadas e divididas. Cada uma delas já nasce com seu destino traçado - soldado, operária, rainha... tudo meticulosamente organizado e todas trabalhando com uma única finalidade: trabalhar para o bem de todas! De tal foma que chega a causar inveja, quando comparada a sociedade tão catastrófica que nos encontramos.
Nós, que tantos nos orgulamos de sermos seres dotados de inteligência, não conseguimos nos "organizar", nos entender - e não me refiro aos inúmeros idiomas existentes pelo mundo, falo de muitas vezes não termos a capacidade de reconhecer no outro o algo comum que temos. E com isso, um poema do Vinícios que deveria ser seguido por todos me veio a lembrança...
"Pensem nas crianças mudas telepáticas
Pensem nas mulheres rotas, alteradas
Pensem nas feridas como rosas cálidas
Mas so não se esqueça da rosa, da rosa
Da rosa de hiroxima, rosa hereditária
A rosa radioativa estúpida e inválida
A rosa com cirrose a anti-rosa atômica
Sem com sem perfume sem rosa, sem nada"
Da rosa de hiroxima, rosa hereditária
A rosa radioativa estúpida e inválida
A rosa com cirrose a anti-rosa atômica
Sem com sem perfume sem rosa, sem nada"
E se ainda assim, não resolver... mirem-se no exemplo das formigas!
Um comentário:
Salvem as formigas!
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